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Casos de dengue no RN aumentam 116% em 2015, diz Sesap


Boletim traz dados de janeiro a outubro deste ano. Apesar do aumento, secretaria diz que estado permanece livre de epidemia.
 (Foto: Fernanda Sunega/ PMC)
O número de casos de dengue no Rio Grande do Norte teve um aumento de 116,33% em 2015. A informação é do Programa Estadual de Controle da Dengue da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), divulgada nesta quarta-feira (4). Foram notificados 26.444 casos suspeitos de dengue do início do ano até o dia 24 de outubro, dos quais 5.405 foram confirmados. Em relação ao ano passado, no mesmo período, se observa um aumento de 116,33% no número de casos notificados.

Entretanto, apesar do aumento, a Sesap diz ter verificado uma "expressiva diminuição no número de notificações de dengue", iniciando a queda a partir da semana epidemiológica 14, indicando que o estado permanece num quadro não epidêmico.

No cenário atual, nas últimas seis semanas epidemiológicas (13/09 a 24/10), o número de municípios com incidência acumulada alta de dengue - que são municípios que notificaram mais de 300 casos da doença por 100.000 habitantes - passou de 95 municípios para apenas 1 município com alta incidência da doença: Timbaúba dos Batistas.

Doze municípios encontram-se 'silenciosos', ou seja, não notificaram nenhum caso suspeito de dengue, o que aponta uma necessidade de sensibilizar os profissionais de saúde para a responsabilidade de notificarem todos os atendimentos que se enquadrarem na definição de caso suspeito para dengue definido pelo Ministério da Saúde.

Fonte/G1/RN

Mulher indígena dá a luz em jardim após ser expulsa de hospital por não falar corretamente o idioma, IMAGEM FORTE


imagem:losvideosmas/ Reprodução  DN notícias

Com dores de parto , Irma veio para o Centro de Jalapa Diaz de Saúde , quando ainda era noite, acompanhada pelo marido. A clínica estava parcialmente parada, porém teria uma equipe de emergência. Então para os poucos que estavam trabalhando disse-lhes que estava prestes a dar à luz. A paciente relatou que estava a horas tendo contrações e estava completamente dilatada.Os médicos fizeram -lhe algumas perguntas , mas não a atenderam argumentando que a indígena não fala espanhol perfeitamente e que não a compreenderam. Ou que , como havia sido assistido por parteiras durante a gravidez , eles não tinham certeza do que estava acontecendo. Como era, eles decidiram que não entendia e ignorou o óbvio : a mulher precisava de ajuda. Irma López Aurelio esperou mais de duas horas. Tentou obter o apoio de enfermeiros e pessoal administrativo , mas ninguém a internou, ou se quer deu-lhe atenção.Assim, nas primeiras horas da quarta-feira passada , quando o sol tinha acabado de sair , foi para o jardim do centro de saúde , e lá, sem assistência , deu à luz a uma criança de 2 quilos 400 gramas, só então a socorreram .

A polêmica

Um cidadão que estava no local tirou uma foto do que aconteceu, logo após o parto . Ele a vê de cócoras mulher e criança na grama, ainda ligado pelo cordão umbilical.A partir da sua conta do Facebook, Eloy Pacheco Lopez explicou: " Depois de esperar atenção por duas horas deu à luz no pátio do hospital depois de ser ignorada pela equipe sob a direção do médico curso Adrian Rene Cruz Cabrera " (sic) .A imagem foi tirada pelo Portal Route 35 e começou a se espalhar no Twitter, onde se multiplicavam comentários a condenar a conduta da equipe médica do hospital eo secretário de saúde , Germán Tenório Vasconcelos .O governo do Estado , em resposta , emitiu um boletim afirmando que ordenou " uma imparcial e completa equipe médica do Centro de Saúde de Jalapa Diaz, para determinar responsabilidades sobre a suposta negligência médica no processo de Irma cuidado Aurelio Lopez, que deu à luz uma criança na manhã de quarta-feira 03 de outubro . "No entanto, o secretário de saúde tentou voltar-se contra os holofotes. Comunicado do governo diz: "Falha de que este crime tenha sido utilizado para fins de curiosidade por meio de redes sociais, prejudicando a imagem da mulher e de seu filho , em primeiro lugar , e em segundo lugar , afetando a imagem dos trabalhadores da saúde " .A irritação oficial aumentou porque o internauta que subiu a foto também tinha adicionado em sua publicação : " ENQUETE : Você acha que o governo está cumprindo a sua oferta de mudança para melhorar o sistema de saúde em Oaxaca ? " (Sic). As respostas para a pergunta induzida foram esmagadoramente contra o governo.

Sim não

Os funcionários que trabalharam no Centro de Saúde Rural "C" do município se deu conta da falta de material e humano com quem deve atender às mulheres que vêm para a prestação de cuidados .Para clínica rural , não têm o suficiente quartos expulsão e muitas vezes drogas escassos como a oxitocina , substância aplicada para iniciar ou acelerar concentrações uterinas.Contrariamente a esta informação , a Secretaria de Saúde informou através de um comunicado de imprensa que a mulher foi apresentada ao Centro de Jalapa Diaz entrega prazo de dilatação e avançado de saúde , resultando na expulsão do bebê antes de entrar na unidade de saúde para atendimento.Ele disse que o incidente ocorreu " na manhã de quarta-feira 03 de outubro ", e não se refere ao meio-dia como usuário do Facebook . O problema é que em 3 de outubro foi uma quinta-feira."O progresso do trabalho das mulheres e, juntamente com a falta de pessoal noite no Centro de Jalapa Diaz de Saúde fez com que a mãe de ter seu filho em condições precárias . "

Ele explicou que, segundo a equipe de plantão Centro de Saúde de Jalapa Diaz, na quarta-feira a mulher foi com o marido para a unidade médica para ser atendida, pelo qual recebeu instruções precisas para a preparação para o parto, tudo ao apresentar um estado de trabalho muito avançado .

"Infelizmente a mulher em desespero, decidiu ir para a parte de trás deste espaço, o que, eventualmente, deu à luz seu filho, que apresentava boa saúde e tinha um peso de 2 quilos 400 gramas e um tamanho de 48 centímetros. "Só quando isto aconteceu deram atenção ao recém nascido e sua mãe e os levaram imediatamente. As imunizações de menores foram aplicadas e os procedimentos neonatal , enquanto a mãe recebeu os cuidados adequados.Mais tarde, em uma entrevista à televisão Milenio insistiu que a equipe do centro disse a ele para esperar " do lado de fora enquanto se prepara o serviço" , por isso fui para a parte de trás do lugar, mas " quando fui olhar não encontrei" .A mulher "tem problemas em entender espanhol ", mas " nada disso é desculpa ", ele admitiu, " mesmo nas áreas mais remotas do país isso é uma obrigação com o ser humano " .Questionado sobre uma suposta paralisação no centro, admitiu que é a suspensão de atividades em algumas unidades , mas ressaltou que o sindicato tem sido "muito responsável " para fechar apenas escritórios administrativos e " sem motivo " para negar atendimento aos cidadãos.

Fonte/DN Notícias

Começa fechamento do Hospital da Mulher de Mossoró


Uma operação político-administrativa está em andamento, para materializar o fechamento do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia. Governo do Estado e Prefeitura agem em duas frentes. Existem dois objetivos nessa articulação: político e de melhor uso de recursos financeiros da Saúde do Estado.

Hospital da Mulher está, como quase sempre, recheado de problemas
(Foto: Carlos Costa)

À semana passada, através da Junta Interventora da Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR), que passou a ser tratada como Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), também como parte de uma operação para “desrosadizar” a entidade, anunciou instalação de mais quatro leitos de UTI Adulta (veja AQUI).

Paralelamente, o Governo Robinson Faria (PSD) não paga há três meses os 12 médicos que trabalham na UTI Adulta do Hospital da Mulher. Uma dívida da ordem de R$ 300 mil.

Redirecionar recursos

É possível que ocorra paralisação dos serviços nos próximos dias, apurou o Blog. Outras cooperativas funcionais também estão com atraso em pagamento, que totalizam dois meses. O aluguel do imóvel também não vem sendo pago.

Em articulação com o prefeito Francisco José Júnior (PSD), o Governo Robinson pretende fechar o hospital para redirecionar os recursos gastos nele. A ideia é transferir maior aporte financeiro para a Dix-sept Rosado, ou HMAC, como queira, afim de lhe garantir fôlego para funcionar. O prefeito, que trabalhou sua intervenção e passou a dar suporte ao seu funcionamento desde outubro do ano passado, teme perder seu controle.

Tarcísio Maia

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) também faria parte da alteração, sendo beneficiado com o “ganho” do fechamento do Hospital da Mulher. Por lá, o Governo do Estado ainda tem planos de retomar obras paradas desde a gestão Rosalba Ciarlini (DEM).

Entre 2,5 e três milhões de reais ficariam “disponíveis”, mensalmente, para que Estado e Município pudessem aplicar nessas duas frentes.

Médicos e servidores do Hospital da Mulher mobilizaram-se há poucos dias, contra o fim das atividades dessa unidade hospitalar. O discurso do governismo foi de que não existiria essa pretensão (veja AQUI).

No meio desse desgastante quadro, parturientes, bebês, famílias de Mossoró e dezenas de municípios que temem o retorno a um tempo em que parir na cidade era quase impossível. A saída seria Russas (CE) ou Ceará e Fortaleza para os mais abonados.

Pobre Mossoró!

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Fonte da Materia Aqui

Paciente denuncia descaso na Secretaria Municipal de Saúde de Felipe Guerra


O Paciente Mazurkiewiz de Almeida Martins, 24 anos, residente na Rua José Firmino de Oliveira n° 135, Cidade Alta - Felipe Guerra/RN, procurou o blog na manhã de hoje, para denunciar o descaso da Secretaria Municipal de Saúde de Felipe Guerra, que tem à frente, a Dra. Girlene Ferreira, primeira Dama do município.

Mazurkiewiz luta há quatro anos contra um Sarcoma Ewing Óssea (câncer na coluna). O jovem é de família humilde e não possui condições financeiras para o seu tratamento. Nos últimos meses, seu estado de saúde, que antes era estável, vem se agravando, o jovem culpa a Secretaria Municipal de Saúde de Felipe Guerra, pelo que ele e sua família considera um descaso.

Segundo narrou Mazurkiewiz a este escrevinhador, a Secretaria Municipal de Saúde de Felipe Guerra, não vem dando a mínima atenção a sua situação. Denuncia o jovem, que nos últimos 90 dias, o mesmo foi deixado a pé por três vezes consecutivas, no Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró, pois, o veiculo a serviço da Secretaria, que o leva, retorna a Felipe Guerra antes mesmo do jovem ser atendido.

Desde julho, Mazurkiewiz luta para conseguir um exame através da Secretaria, que se quer fora marcado. LER+

SAÚDE


Especialista orienta como as mulheres podem se prevenir da doença
O câncer de mama é o segundo tipo da doença mais frequente no mundo, sendo o de maior incidência entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano, conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Mesmo com a crescente incidência da doença, especialistas afirmam que é possível previr o câncer de mama. Além disso, os médicos alertam que se diagnosticado e tratado precocemente, o prognóstico de cura é relativamente positivo.

De acordo com o oncologista e presidente da Liga Mossoroense de Combate ao Câncer, doutor Cure de Medeiros, a incidência do câncer de mama nas mulheres começa a partir dos 40 anos de idade. No entanto, a faixa etária de incidência crescente e progressiva da doença compreende mulheres acima dos 50 anos de idade.

"O pico maior da doença se encontra com as mulheres acima de 50 anos. Mas há casos de câncer de mama com jovens de 20 anos. Por isso, os cuidados preventivos são importantes e devem ser tomados cada vez mais cedo", esclarece doutor Cure.

O especialista destaca que foi comprovado cientificamente que existem formas preventivas do câncer de mama. "A atividade física, a alimentação balanceada, ou seja, comendo menos e bem, evitando a obesidade e hábitos para uma vida saudável sem estresse são mecanismos de prevenção contra qualquer tipo de câncer, inclusive o de mama", explica o oncologista.

Mesmo realizando hábitos de vida saudável, doutor Cure de Medeiros ressalta que é necessário acompanhamento médico para diagnóstico precoce caso ocorra o surgimento do câncer.

"Acima dos 40 anos toda mulher deve fazer um exame de mamografia por ano. É um direito da mulher garantido por lei, se por ventura o médico se recuse a prescrever o exame, ela deve mudar de profissional e assim ser submetida à mamografia. Já as mulheres mais jovens devem fazer o autoexame de mama. Porém, as pessoas que tiveram incidência de câncer de mama na família precisam de cuidados redobrados, pois estão no grupo de risco em virtude do histórico familiar", enfatiza doutor Cure de Medeiros.
Justificar
As estatísticas comprovam o crescimento da doença no país. Segundo o Inca, no Brasil as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas. O instituto avalia que o diagnóstico da doença em estágios avançados seria a causa.

Em Mossoró, a equipe do jornal O Mossoroense procurou o Setor de Ensino e Pesquisa do Centro de Oncologia para requerer o boletim de casos de câncer de mama na cidade. No entanto, o Centro de Oncologia está sendo transferido, ficando impossibilitado de repassar as informações, pois o funcionamento será normalizado a partir do dia 7 de novembro.

O MOSSOROENSE
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